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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

O mistério do Navio Ourang Medan:Tripulação encontrada congelada com rostos aterrorizados


Histórias surpreendentes a respeito de navios fantasmas como o Holandês Voador e o Mary Celeste tem sido contadas de geração a geração por marinheiros e homens do mar. Mas por mais estranhas que possam ser essas histórias, por mais inexplicáveis que seja o destino dessas tripulações, existe um caso em especial que supera todos os outros. Ela é considerada uma das histórias mais perturbadoras e chocantes, que ficou conhecido como o mistério do SS Ourang Medan.

De acordo com informes que circularam em fevereiro de 1948, pelo menos quatro embarcações atravessando as rotas de comércio próximas ao Estreito de Malacca, que se localiza entre as costas ensolaradas de Sumatra e Malásia, receberam chamados desesperados. O sinal internacional de alerta, o Código Morse SOS (Save our Souls - Salve nossas almas) foi captado por diferentes navios na região. A mensagem que se seguia a esse pedido de socorro era ainda mais perturbadora:

"Pedimos o auxílio de qualquer embarcação próxima. Todos os oficiais inclusive o capitão estão mortos, caídos na sala de mapas e na ponte. Provavelmente toda a tripulação está morta."

Esta comunicação era seguida de uma explosão de sinais em código morse indecifráveis, então uma pessimista mensagem: "Eu vou morrer!". Essa declaração era seguida de um silêncio sepulcral e mais nenhum contato.


O desesperador pedido de socorro foi captado por dois navios com bandeira norte-americana, bem como por um mercante britânico e um rebocador holandês. Os homens a bordo desses navios entraram em contato uns com os outros e trabalharam rápido para triangular qual era a fonte do sinal. Determinaram que ele vinha de um cargueiro holandês, o Ourang Medang que navegava no Estreito de Malacca.

Um dos navios americanos, o Silver Star, era a embarcação mais próxima da localização presumida do Ourang Medan. O capitão decidiu mudar o curso e rumar para a posição a fim de prestar socorro e descobrir o que havia motivado aquele sinal incomum. Em algumas horas, o Silver Star avistou o Ourang Medan subindo e descendo no mar agitado de Malacca.

A medida que o mercante se aproximava do Ourang Medan, a tripulação percebeu que não havia sinal de vida no convés. Os americanos tentaram estabelecer contato de rádio, sem sucesso. O capitão do Silver Star reuniu uma equipe de abordagem que seguiu de bote. Quando escalaram as escadas na lateral, esses marinheiros não faziam ideia que estavam adentrando um verdadeiro pesadelo. Algo que marcaria suas vidas para sempre.


A primeira coisa que a equipe descobriu é que o sinal de socorro não era um exagero. O convés do Ourang Medan estava repleto de cadáveres que pertenciam a tripulação de holandeses. Seus olhos arregalados, os braços em prontidão, como se tivessem caído enfrentando algum inimigo, as faces contorcidas em agonia e horror indescritíveis. Até mesmo o mascote do navio, um pastor alemão, estava morto.

Os marinheiros se encaravam apavorados e sem palavras. Mesmo assim eles seguiram adiante, na direção da ponte, onde localizaram o corpo do capitão caído no chão. Os oficiais estavam espalhados na sala de controle e de mapas. O oficial de comunicação continuava em seu posto, morto como os demais, seus dedos ainda pousados no aparelho telegráfico. Todos os mortos, de acordo com o relatório, tinham a mesma expressão aterrorizada, os olhos arregalados como os tripulantes do convés.


No convés inferior, o grupo de busca encontrou outros cadáveres repousando em seus beliches evidenciando que aqueles homens haviam morrido enquanto dormiam. Na sala da caldeira, os americanos fizeram uma descoberta ainda mais estranha: lá embaixo estava muito frio, uma temperatura que não era compatível com a função daquele compartimento.

A equipe podia ver claras evidências de que a tripulação do Ourang Medan havia sofrido profundamente em seus últimos instantes de vida, mas não conseguiram determinar o que havia causado as suas mortes. Os cadáveres, alguns já em decomposição, não tinham qualquer sinal de violência ou brutalidade. O navio também não havia sofrido qualquer avaria ou dano estrutural.

O Capitão do Silver Star decidiu tirar seus homens de bordo assim que recebeu informações do que eles haviam descoberto. Optou por rebocar o Ourang Medan para o porto mais próximo. Enquanto os últimos homens à bordo fixavam a corrente para puxar o cargueiro holandês, perceberam que uma coluna de fumaça preta emanava do convés inferior, em especial no compartimento de carga quatro. A equipe teve que sair às pressas, mas antes precisou remover a corrente fixada, uma vez que o estrondo deixava claro que o Ourang Medan estava condenado. Tremendas explosões obrigaram o Silver Star a se afastar rapidamente. De uma distância segura, eles assistiram o navio adernar com a água entrando pelos porões e em poucos minutos afundar.

O cargueiro holandês desapareceu em meio às águas agitadas, levando para as profundezas qualquer chance de compreender o que havia acontecido. A sepultura aquática que clamou pelo Ourang Medan pode ter removido o navio da face da Terra, mas ao mesmo tempo escreveu o seu nome na galeria dos grandes mitos e lendas náuticas. Isso sem dúvida o transformou em um dos mais antigos e intrigantes mistérios contemporâneos...

Nascia assim o Enigma do Ourang Medan.


Embora rumores a respeito do Ourang Medan circularem pelas rotas de comércio das Indias Orientais, o relato do oficial e dos homens que foram abordo do navio só foi divulgado em Maio de 1952. O Conselho de Procedimento da Marinha Mercante, publicou o testemunho dos marinheiros americanos, os detalhes de sua macabra descoberta e o estado dos holandeses descrito da seguinte forma:

"As faces estavam congeladas voltadas para o alto... encarando, como se eles estivessem diante de algo impossível... as bocas escancaradas e os olhos arregalados. Eles pareciam ter contemplado algo inacreditável".

A primeira dificuldade em tentar determinar o que havia acontecido à bordo do infame cargueiro holandês é que nenhum diário de bordo foi resgatado pelo grupo de resgate. Se os registros da viagem fatídica um dia existiram, estes, foram para o fundo do mar com o navio. Sabe-se o que as embarcações que captaram o sinal de socorro ouviram, sabe-se também o que o Silver Star descobriu, através de seu relatório. No entanto, o background do Ourang Medan, quase não deixou rastro. Os registros sobre ele e sobre a sua última viagem são dúbios na melhor das análises.


Alguns pesquisadores especularam que o Ourang Medan originalmente vinha de Sumatra, que na época ainda era uma colônia da Holanda chamada de Indias Orientais. "Ourang" é a palavra indonésia para "homem" e "Medan" é a maior cidade da Ilha de Sumatra. O nome do navio poderia ser traduzido como "O Homem de Medan". Curiosamente existem poucas pistas sobre a sua origem uma vez que quase não há papéis e registros sobre o cargueiro.

Seja qual for a verdade, se alguém de fato sabe o que aconteceu à bordo do Ourang Medan, esse alguém manteve segredo ao longo das décadas. A tragédia permanece como um dos mais inexplicáveis enigmas marítimos do século XX e embora existam incontáveis lendas sobre embarcações fantasmagóricas navegando pelos sete mares, poucas são tão terríveis quanto essa.

Assista os vídeos:

                 fonte:Raphael Ferpa


                 fonte:AssombradO.com.br

sexta-feira, 28 de março de 2014

Os mistério do Transâtlantico Queen Mary.


O Transatlântico Queen Mary foi construído em 1936 sendo considerado um navio de cruzeiro revolucionário para a Linha Cunard. Durante a Segunda Guerra Mundial ele serviu no Exército Britânico antes de voltar a funcionar como um navio de cruzeiro, para se aposentar em Long Beach em 1967. Com uma história tão rara, o navio estava destinado a deixar a sua marca.

O Queen Mary é conhecido por suas visões de fantasmas e atividade paranormal inexplicável.
A porta 13 da sala de motor tem o fantasma de um homem que morreu esmagado durante a perfuração de uma porta sólida. Muitos visitantes e tripulantes afirmaram ter visto um homem jovem de macacão azul andando perto da porta.
O epicentro de assombrações é a piscina. Os fantasmas de mulheres de maiô da moda antiga foram vistos várias vezes.
Trilhas de pegadas molhadas também foram vistas, apesar da piscina estar vazia.

Todo local assombrado parece ter uma mulher branca, e o Queen Mary não é exceção. Ela pode ser vista no salão do Navio dançando sozinha nas sombras. Se você gosta de música com assombração, você não ficará desapontado.
O Queen Mary também tem um fantasma pianista em seu grande piano, que choca os visitantes do navio com suas notas assustadoras.

RESTAURANTE

A foto ao lado foi tirada no restaurante do RMS Queen Mary em uma de suas Viagens pelo Mundo.











SALA DE MÁQUINAS - PORTA 13

Em 10 de Julho de 1966 durante um trabalho rotineiro na porta hermética da sala de máquinas, um rapaz de 18 anos de idade foi empurrado violentamente sobre a porta #13 nos fundos da sala de máquinas.
Numerosos encontros tem sido reportados pelos visitantes e pelos tripulantes do Queen Mary, os quais descrevem que viram um homem barbudo, jovem com roupas azuis, o qual atravessa a sala de máquinas e depois desaparece através da porta #13 nos fundos.

A PISCINA DA PRIMEIRA CLASSE

A Piscina da primeira classe, a qual está sem uso já a muito tempo, tem sido um lugar de mutos encontros fantasmagóricos. Há havido informes de avistamentos de mulheres com vestidos longos e brancos ao redor da piscina. Também tem pessoas que ouvem barulhos como que alguém mergulhando na piscina, sendo que ao chegar ao local, existe o avistamento de rastros molhados como se alguém tivesse saído da piscina naquele momento.
Alguns especialistas acreditam que nesse local existe um vórtice interdimensional que faz o contato entre outro mundo e o nosso através do interior do Queen Mary.

O SALÃO DE FESTAS DA PRIMEIRA CLASSE

O salão de festas da primeira classe tem sido alvo de muitos encontros, sendo que todos os detalhes dos fatos de avistamentos de fantasmas tem sido coerentes entre as testemunhas que presenciaram.

Parece que uma mulher jovem e formosa, em um vestido de noite branco, muito elegante, tem sido vista dançando pelas sombras do salão.
Um dos encontros mais recordados, ocorreu quando uma pequena garota que estava visitando o Queen Mary, apotou para uma direção dizendo que havia uma mulher vestida de branco olhando para ela. Olhando ao redor, o guia turístico não viu nada, sendo que a garotinha insistiu e continuou sinalizando que a mulher de branco estava em um canto do salão de festas. Ninguém viu nada. No entanto a garotinha não sabia que ela era uma de muitas pessoas que tinham visto aquela aparição no Queen Mary.

O FANTASMA "GRIS"

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Queen Mary foi Pintado e Camuflado, transformando-se em um navio de transporte de tropas e apoio. Foi chamado então de "O Fantasma Gris".

O "Fantasma Gris" provou ser um membro importante das forças aliadas, sendo que Adolf Hittler chegou a oferecer $ 250.000 de recompensa e a Cruz de Ferro a qualquer capitão de submarino que pudesse afundá-lo. Durante um viagem em que o "Fantasma Gris" realizava em zigue-zague pelo oceano, tentando despistar os submarinos alemães, ele colidiu com o navio de Cruzeiro Britânico H.M.S. Curaçao, cortando-o ao meio.
Mais de 300 soldados britânicos afundaram junto com o Curaçao.
40 anos depois, uma equipe de televisão instalou equipamentos de gravação no Queem Mary durante a noite, bem no local interno onde ele colidiu com o H.M.S. Curaçao. Sons incríveis foram ouvidos depois, como sons de colisão e também sons de gritos e pedidos de socorro.

ACOMODAÇÕES DE PRIMEIRA CLASSE

Muitas ocorrências tem tomado lugar dentro dos limites de um número de camarotes de primeira classe. Tem havido informes de água correndo nos lavatórios a noite, telefones que tocam em altas horas da noite e de luzes que se acendem e/ou apagam misteriosamente.
Alguns passageiros tem relatado ouvir uma respiração perto deles nas acomodações do Queen Mary, bem como cobertas que são retiradas a noite enquanto dormiam.
Um acontecimento estranho sucedeu em uma manhã enquanto que um guia turístico tirava fotografias de um dos interiores dos camarotes. Um foto que capturou a imagem de um espelho dentro de uma das cabines, quando revelada, mostrou a imagem de um homem alto de cabelos pretos no espelho.
Isto não seria considerado estranho, exceto que o homem da foto usava uma roupa do estilo de 1940 e não parecia ninguém conhecido que estivesse a bordo naquela data.

"Poderiam as almas de pessoas que trabalharam em um grande navio, e daqueles que morreram em seu interior ficarem presas pela eternidade no interior da embarcação, fazendo desse local sua moradia pela eternidade?"
fonte: 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

CASOS DE DESAPARECIMENTOS INEXPLICÁVEIS.

"Um dos grandes mistérios do Mundo Sobrenatural se refere ao Misterioso e Inexplicável Desparecimento de pessoas, aviões, veículos e embarcações sem deixar rastros, nunca mais aparecendo. O que ocasionaria esses aterrorizantes acontecimentos?"

Milhares de pessoas desaparecem todos os anos e grande parte delas NÃO são encontradas, vivas ou mortas, mas algumas desaparecem em condições tão misteriosas que fazem suas histórias serem lembradas para sempre.

                                                   O mistério do navio Maria Celeste!

Mary Celeste foi um Navio Mercante encontrado abandonado por volta de 1872 no Oceano Atlântico. Segundo relatos da época o navio levava sete tripulantes, entre eles estavam o capitão Benjamin Briggs, sua esposa e sua filha. Quando o navio foi encontrado, não havia ninguém a bordo. O navio não apresentava marca de luta e todas as mercadorias estavam intactas, descartando assim a hipótese de Pirataria. Até hoje não se sabe o que aconteceu com os sete tripulantes. Várias teorias surgiram, que vão de tempestade até abdução alienígena, mas todas foram descartadas.

No dia 4 de dezembro de 1872, o pequeno veleiro britânico Dei Gratia navegava pelo Atlântico, a 400 milhas ao leste dos Açores, quando avistou o bergatim Mary Celeste, um veleiro de três mastros. Ambos haviam zarpado de Nova York um mês antes com destino a Genova, na Itália. Além da tripulação composta por sete marinheiros, o Mary Celeste levava como passageiros a mulher e a filha pequena do experiente Capitão Benjamin Briggs. O Dei Gratia era um cargueiro que contava com uma tripulação de sete homens liderados pelo Capitão Morehouse um bom amigo de Briggs.

Logo que avistaram o navio, ficou claro que alguma coisa estranha havia acontecido ao Mary Celeste. Suas velas estavam rasgadas e colocadas de forma errada. Ninguém estava na roda do leme e o veleiro deslizava ao sabor da maré. Quando os tripulantes do Dei Gratia subiram à bordo e chamaram o capitão, a única resposta foi o silêncio. Não encontraram ninguém.

Também havia desaparecido o bote salva vidas; aparentemente teria sido lançado ao mar. A caixa de bússola fora lançada ao chão e o aparelho náutico destruído. A proa do barco abandonado apresentava perfurações de 1,5 metro acima da linha da água mas, apesar disso, estava em perfeitas condições de navegabilidade. Jamais se chegou a uma conclusão do que poderia ter causado essa avaria. Não havia sinal de luta ou de qualquer distúrbio.

Sob o convés, um cenário arrepiante indicava uma fuga apressada. Na cama do capitão estavam espalhadas roupas, cobertores e a boneca de uma criança, como se às pressas, os passageiros tivessem sido evacuados. As provisões encontravam-se em perfeita ordem, comida e bebida suficiente para a viagem. Chegaram a mencionar pratos e xícaras ainda sobre as mesas com a comida intocada. A carga do Mary Celeste, 1700 barris contendo álcool industrial estava no porão, mas nove barris haviam sido abertos e esvaziados.

Na cabine do capitão encontraram o diário de bordo, mas as últimas anotações de Briggs, feitas nove dias antes, nada mencionavam que pudesse esclarecer o ocorrido ou justificar o desaparecimento. Objetos pessoais , dinheiro e roupas estavam guardadas na cabine. Um mapa indicava a rota do navio, a última correção de curso também era de nove dias antes.

Por que o capitão resolveu abandonar o barco? De que modo ele, sua família e os tripulantes desapareceram sem deixar sinal? Insanidade, motim, instrumentos defeituosos, furacão ou algum fenômeno do fundo do mar - o que poderia ter acontecido?


O capitão do Dei Gratia ordenou que o Mary Celeste fosse rebocado até Gibraltar, onde uma corte do Vice-Almirantado britânico analisou essas várias possibilidades. As provas foram inconclusivas, não havia qualquer pista sugerindo uma explicação razoável para o ocorrido, os tripulantes e passageiros do Mary Celeste simplesmente desapareceram da face da Terra.

À época chegou-se a levantar suspeitas a respeito do envolvimento dos marinheiros do Dei Gratia. A suspeita de que eles teriam abordado o Mary Celeste e assassinado a tripulação, no entanto, não resistia ao fato de que os poucos objetos de valor, estavam à bordo no momento que eles chegaram a Gibraltar. Pirataria foi então descartada.

Uma suposição a respeito de ergotismo também foi levantada. A doença causada pela ingestão de fungos presentes no trigo causa alucinações semelhantes ao consumo de LSD. Mas seria esse fungo o responsável por uma loucura coletiva? E como explicar o estado navegável do navio e as acomodações irretocáveis de passageiros e tripulantes. Se a loucura tivesse se espalhado entre os marinheiros o cenário deveria ser de caos e destruição.

Teria o Mary Celeste entrado na rota de alguma onda gigante ou de uma tempestade? O comitê que examinou o caso, afirmou categoricamente que a região navegada pelo Mary Celeste não foi sujeita a mudanças climáticas de natureza dramática. Ou seja, nada diferente ocorreu durante a passagem... ao menos nada que tenha sido testemunhado por outras embarcações.

O caso poderia ter caído na obscuridade, não fosse um sensacional texto escrito por Arthur Conan Doyle que criou uma aura de mistério ao redor do acontecido. No texto de Doyle, uma testemunha, um dos marinheiros do Dei Gratia, fazia um relato perturbador a respeito do que havia visto no navio abandonado. Muitos jornais, o Boston Herald inclusive, não compreenderam que Doyle havia escrito um trabalho de ficção e publicaram o texto na íntegra como se fosse uma narrativa verídica. No conto, Doyle recorria a uma explicação sobrenatural para o caso, que envolvia um navio fantasma.

A fama do Mary Celeste então se espalhou, imortalizando o seu nome como uma das mais famosas lendas de navios assombrados.

Mais de cem anos depois, o enigma do Mary Celeste persiste dando origem a muitas hipóteses e teorias. O que teria acontecido com a tripulação do pequeno cargueiro? Qual teria sido o seu destino?


                            CONFIRA ABAIXO ALGUNS DOS MAIS FAMOSOS CASOS DE
                                                              DESAPARECIMENTO:

                                                    Virgil Wade Tackett, o menino que esqueceu quem era.    
                                                  


Em maio de 1986, Virgil Wade Tackett, de 17 anos, deixou a cidade de Hillsboro, Ohio para trabalhar no Alasca.

O jovem garoto conseguiu um emprego em uma fábrica de enlatados. Durante um fim de semana ele, outro garoto e um cachorro entraram em um bote de 14 pés e saíram para pescar. Segundo o outro garoto, Tackett o deixou e ao cachorro em uma ilhota e saiu com o bote. Como o amigo não voltou, o adolescente fez sinal para um barco que passava. A Guarda Costeira realizou extensas buscas, mas só encontraram o bote, encalhado em um banco de areia perto de Chichagof, com o motor ainda engatado. Tackett passou a ser visto ocasionalmente em vários locais e em todas às vezes parecia não se lembrar de quem era e o caso permanece sem solução até hoje.



Um desaparecimento fantástico em Stonehenge.


Era agosto de 1971 quando um grupo de “hippies” decidiu armar tendas no centro do círculo de pedras de Stonehenge para passar a noite. O acampamento foi abruptamente perturbado por volta das duas da madrugada por uma severa tempestade. Um fazendeiro e um policial que estavam nas redondezas viram as pedras do antigo monumento serem iluminadas por uma luz azul e escutaram gritos de socorro vindos do local, os dois rapidamente correram para ajudar mas para sua surpresa não encontraram ninguém, o acampamento estava vazio e todos os seus membros sumiram sem deixar rastros em um dos muitos eventos misteriosos envolvendo a planície de Stonehenge.
                          
                   
                                                        Percy Fawcett e a cidade Z

Em 1925 o arqueólogo britânico Percy Fawcett, seu filho mais velho e Raleigh Rimell partiram para a Amazônia em busca da mítica cidade Z. Eles nunca mais voltaram. Surgiram inúmeras teorias envolvendo fome, doenças, condições do tempo, loucura, tribos canibais e até a suposição de que tivessem encontrado a tal cidade e por algum motivo ficado por lá. Em 1927 uma das placas de Fawcett foi encontrada por moradores locais e em 1933 uma bússola do mesmo tipo das usadas pelo arqueólogo também foi achada. Mais de 100 pessoas morreram em várias expedições realizadas para descobrir o destino final de Fawcett e seus companheiros, destino esse que provavelmente nunca será conhecido.


                                                              A vila perdida


Em novembro de 1930, um caçador chamado Joe Labelle caminhava em direção a uma comunidade de esquimós com cerca de 2000 habitantes perto do Lago Anjikuni, no norte do Canadá. Quando chegou ao local ele estava deserto,  mas a comida estava nos armários e os trenós  continuavam em seus lugares. Os corpos do cemitério também haviam desaparecido. Para tornar as coisas mais complicadas – ou não – a Polícia Montada do Canadá afirmou que nada havia acontecido e que Labelle havia mentido ou se enganado, uma vez que era normal as tribos abandonarem suas casas já que muitas eram seminômades. Um livro publicou mais tarde que 30 e não 2000 pessoas haviam desaparecido, mas a falta de provas desacreditou a história e assim o suposto desaparecimento da Vila Inuit continua sendo um mistério.


Aqui eu reuni os 5 desaparecimentos que considero mais bizarros, de um bebê morto cujo corpo nunca foi encontrado até uma aldeia de existência duvidosa, obviamente que outras histórias igualmente interessantes acabaram ficando de fora da lista, mas caso você conheça alguma boa história de sumiço, deixe o seu comentário para que possamos relata-la em uma próxima matéria.

                                                                     O Vôo 19


Um dos desaparecimentos mais ESTRANHOS da história da Aviação Mundial é o "Vôo 19". Tudo aconteceu em 1945, quando uma equipe de Torpedeiros simplesmente desapareceu dos radares em uma região próxima a Flórida. Nenhum destroço jamais foi encontrado, muito menos os corpos dos aviadores, que provavelmente morreram depois de tanto tempo desaparecidos. Várias explicações sobrenaturais surgiram, como a da existência de um portal que levaria para outra dimensão. Esse desaparecimento foi o responsável pelo surgimento da lenda do Triângulo das Bermudas.


                                                             Amelia Earhart


Talvez Amelia Earhart seja a pessoa mais famosa dessa lista. Ela revolucionou a aviação como sendo a primeira mulher a dar a volta ao mundo(ou pelo menos tentou). Pena que ela não conseguiu realizar o feito. Faltando pouco menos de um terço do caminho, todo o contato com o Avião de Amelia foi perdido, e depois disso ela nunca mais foi vista. Teorias apontam que talvez seu avião tenha caído em uma ilha próxima do Japão, onde teria sido executada pelos nativos.


                                             A Colônia Perdida                                                                                             

Talvez esse seja o maior caso de Desaparecimento em Massa já registrado. Em 1587 um grupo de 114 pessoas se estabeleceu em uma Ilha, na tentativa de conquistar novas terras. Mais contudo, havia um problema, pois as tribos nativas da ilha não aceitavam a presença dos europeus. Diante da situação o capitão da expedição decidiu voltar para Inglaterra afim de buscar reforços. Quando retornou teve uma surpresa. Todos os 114 homens haviam desaparecido misteriosamente. A única coisa que havia era um texto talhado em uma árvore, onde se lia a seguinte palavra: "Croatan", fazendo referência a uma ilha próxima. Até hoje não se sabe o paradeiro dos 114 colonos.





                                            TEORIAS SOBRE CASOS
                           DE DESAPARECIMENTOS SEM SOLUÇÃO

Alguns dos casos lembram a ficção científica (tenha em mente que Isaac Asimov usou um desaparecimento misterioso para transportar um de seus protagonistas ao futuro em A Pebble in the Sky).

Em 1950, um jornal da cidade de New York trouxe uma notícia de quatro linhas sobre a morte de um pedestre atingido por um carro perto do Times Square.

Aparentemente o carro não tinha sido capaz de parar e uma multidadão de pessoas correu para prestar assistência a desafortunada vítima, um tal de Rudolf Fenz, que foi declarado morto.

Havia detalhes desta triste história que eram impossíveis de se desprezar: o falecido Rudolf Fenz estava usando roupas decididamente da década de 20 - um casaco típico, calças justas, sapatos tipo buckle e um chapéu combinando. Seus bolsos tinham vários cartões de visita com seu nome, um convite a respeito de alojamento cavalos e carruagem, uma carta enviada em 1876.

Uma busca na lista telefônica de New York revelou o número de um Rudolf Fenz, Jr., qua tinha falecido alguns anos antes.

Não obstante, sua viúva foi capaz de dizer ao investigador Hubert V. Rihn da Divisão de Pessoas Desaparecidas que o pai de seu falecido marido havia desaparecido misteriosamente em 1876 quando ia a uma tabacaria local e nunca voltou para casa.

Rihn olhou os registros daquele ano e encontrou um Rudolf Fenz, 29 anos, que tinha desaparecido na mesma noite, a última vez que foi visto estava usando casaco da época negro, calças justas e sapatos tipo buckle, idênticos ao do homem atropelado próximo à Times Square.


Em 08/06/1985 o escoteiro Marco Aurélio Simon saiu para acampar com seu grupo de escotismo em uma montanha na cidade de Piquete (Estado de São Paulo - Brasil). Quando o grupo subia o morro, um dos garotos torceu o pé e o guia decidiu mandar Marco Aurélio de volta na trilha, em busca de socorro. Marco Aurélio partiu conforme solicitado, mas a partir desse momento, o garoto nunca mais foi visto.

Durante 28 dias, policiais civis e militares vasculharam o pico a pé e com helicópteros.
Nenhum corpo, nenhum pedaço de roupa ou rastro na terra foram achados. Foi como se Marco Aurélio tivesse "evaporado".

A polícia procurou tão bem e de forma tão minuciosa, que um soldado perdeu uma faca no meio do mata e, na busca do dia seguinte, ela foi encontrada.

Até os dias atuais, Marco Aurélio nunca mais foi visto, e nem tão pouco pistas sobre o seu misterioso desparecimento surgiram após os inúmeros anos do caso, tornando esse fato um dos maiores mistérios do Brasil de que se tem notícia.



Certos locais no planeta tem adquirido a reputação de lugares onde desaparecimentos humanos são muito comuns.

Alguns deles, como o Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Diabo, do Japão, tem formado parte dos estudos populares paranormais há décadas. 

Não obstante, as montanhas tem um papel maior como locais de desaparecimentos misteriosos do que qualquer outro sítio.

Na antiga tradição, os viajantes que paravam perto demais das montanhas gregas dos montes Parnassos ou Olimpo frequentemente não eram mais encontrados.

O El Yunque, de Porto Rico, o Mt. Glastenbury de New Hampshire, e o Mt. Inyangani da área leste de Zimbabue são também lugares não muito bem conhecidos, a despeito dos vastos casos inexplicáveis que tem ocorrido neles e ao seu redor.

O El Yunque, sempre envolvido em névoa, tem sido a fonte de fenômenos misteriosos envolvendo o paranormal e mais recentemente, o avistamento de OVNI's.

Dúzias de indivíduos, turistas de fim de semana e campistas, tem desaparecido inexplicavelmente na floresta tropical.

Uma criança desapareceu enquanto descia uma trilha com seus pais e mesmo as equipes de resgate enviadas para investigar tem sido engolidas por esta enganosa área selvagem.
Agentes florestais rapidamente culpam areias movediças e buracos inexplorados como razões para estas evaporações, mesmo quando elas ocorrem em área muito distantes de onde são encontradas estas condições.

Os desaparecimentos de Mt. Glastenbury causaram uma sensação na rural e pacífica Vermont.

Durante um período de cinco anos, de meados de 1940 ao início de 50, sete indivíduos desapareceram de seu pico perto de Bennington, Vermont.

Diferentemente de El Yunque, este local não tinha história anterior de ser um daqueles nos quais as pessoas desaparecem no ar.

Um número de teorias, variando de atividades de magia negra a abduções por ONNI's tem sido disseminadas para explicar esses desaparecimentos.

A primeira vítima de Mt. Glastenbury, muito curiosamente, era um guia de montanha que levava caçadores em trilhas selvagens.

Este guia, mais quatro caçadores, nunca foram vistos novamente.

Uma outra vítima foi perdida sob condições ainda mais estranhas: Um homem entrou em um ônibus em Saint Albans, Vermont, sentou-se, sendo percebido pelo motorista e por outros passageiros, mas nunca foi visto descendo do onibus, o qual fazia uma linha direta até Bennington.

Ele nunca mais foi visto.

Mount Inyangani de Zimbabue talvez seja o mais intrigante e interessante dos locais de montanha conhecidos por sua habilidade em fazer pessoas desaparecerem, precisamente porque, em alguns casos, estes desaparecidos tem voltado com histórias espetaculares para contar.

A investigadora de OVNI's Cynthia Hind, em um artigo para a revista FATE, discute a experiência que aconteceu a um vice ministro do governo do Zimbabue, que se perdeu em Mount Inyangani com dois companheiros.

Segundo o vice ministro, os três homens andaram sem destino em um estado de confusão, sem sentirem fome ou sede, todo tempo acenando freneticamente para as pessoas da equipe de resgate, que não conseguiam vê-los.

Aparentemente, certos rituais foram realizados às divindades tutelares da montanha, sendo que devido à isto que ocasionou o retorno dos três homens ao nosso espaço-tempo normal.
O artigo de Hind continua, relatando que anteriormente nos anos 80, um assistente distrital de uma localidade que inclui o Mount Inyangani esteve envolvido em uma operação de resgate realizada para encontrar um funcionário desaparecido do governo.

Os velhos da tribo Tangwena foram informados da súplica do funcionário e um ritual destinado a reassegurar seu retorno foi realizado. O funcionario desaparecido foi encontrado no dia seguinte, não estava mal por causa da experiência, mas incapaz de se recordar do que tinha feito durante os dois dias em que esteve desaparecido. Outros tem tido menos sorte e seus desaparecimentos nunca foram resolvidos. A eficácia do ritual mágico nestes casos indica que haja uma inteligência de algum tipo que pode ser persuadida, de acordo com a ocasião, para devolver aqueles que tenham tomado, ou inadivertidamente tenham invadido seu domínio. Será que os antigos Tainos de Porto Rico tinham magias para trazer seus perdidos das profundezas enevoadas de El Yunque? Nunca saberemos.

Os humanos sempre tem tido um saudável respeito por certos corpos de água, principalmente lagos de água fresca com má reputação.

Alguns deles incluem os lagos escoceses e irlandeses investigados pelo falecido F.W. Holiday, e lagos e lagoas em outros lugares do mundo que abrigam monstros ou formas de vida exóticas.

Ainda outros lagos são notórios e famosos com relação à desaparecimentos humanos.
O pesquisador britânico de mistérios H.P. Wilkins olhou as tradições associadas aos lagos "quentes" do canto nordeste da Islândia, a terra não ocupada conhecida pelo famoso apelido de Od dharhraun.

Esta vasta terra vazia hospeda o vulcão Askja, uma cratera gigantesca de 13 milhas, cercada por um panorama lunar de campos de lava e cinza negra.

Nesse canto do mundo com aparência de um pesadelo, entrou um grupo de jovens geólogos alemães realizando uma observação da surpreendente atividade vulcânica islandesa.

Eles chegaram em 1905 na vila pesqueira de Husavik e contrataram um guia para levá-los a Od dharhraun, considerado pelos islandeses como um lugar malévolo e sobrenatural.

Contra as advertências de seu guia, os alemães fizeram acampamento na região e dois deles usaram um bote para alcançar o centro do lago vulcânico.

Quando seu companheiro, que permaneceu fora do litoral, se voltou para examinar o progresso de seus camaradas, ele ficou atônito ao notar que eles não mais estavam lá - os cientistas e o barco deles tinha desaparecido.

As autoridades mais tarde empreenderam um esforço de resgate e o lago quente foi dragado, mas os cientistas tinham desaparecido completamente.

Wilkins acrescenta;

É notável observar que qualquer investigador que passe algum tempo no interior solitário da Islândia pode facilmente coletar um bom número de histórias a respeito de desaparecimentos bizarros.

Estes lagos indutores de desaparecimentos nem sempre estão seguramente localizados em remotas regiões de países longínquos.

George Andrews, autor de Amigos e Inimigos Extraterrestres, inclui a perturbadora atividade sobrenatural que rodeia o lago Whitney na área de Dallas / Ft. Worth (EUA).

Citando um artigo do "Fort Worth Star Telegram" que apareceu em 1976, Andrews nos apresenta uma massa de água no qual pessoas e veículos tem desaparecido das formas mais invulgares possíveis.

Quase uma dúzia de carros tem saído da estrada para dentro da água desde a década de 1950, e aviões tem inexplicavelmente afundado em suas profundezas.

Mergulhadores submarinos também tem desaparecido, embora Whitney seja um lago de contenção sem correnteza.

OVNI's tem também sido relatados na vizinhança.

O veredito oficial a respeito dos desaparecimentos misteriosos, na maioria dos casos, é "negligência levando ao afogamento".

Os incidentes do lago Whitney nos permitem a transição de uma razão passiva para os desaparecimentos para uma ativa, que tem recebido a maior parte da atenção durante várias décadas: OVNI's.

É inegável que exista uma forte ligação entre a pesada atividade OVNI e os desaparecimentos misteriosos.

O pesquisador Phil Imbrogno ressalta o agudo aumento de relatos de crianças desaparecidas pouco depois do surgimento de atividade ufológica sobre o "Hudson Valley - EUA" na década de 1980.

A aproximadamente 3.000 crianças desapareceram apenas do condado de Westchester, NY.
Os agentes da lei ficaram atônitos tanto pelo número de crianças desaparecidas como pelo fato de que eles nunca apareceram em casas no meio do caminho ou distritos de luz vermelha.

Patrice Gaston, cujo livro "Disparitions Mysterieuses" serve como um manual do fenômeno de desaparecimentos humanos, nota que no irromper dos ainda não explicados blecautes que mergulharam a cidade de New York City e o Nordeste na escuridão de 1965, no meio de uma pesada atividade OVNI, no ano, 4 milhões de pessoas foram relatadas como desaparecidas apenas pela Companhia Tracers nos EUA; um aumento de 2 milhões da estatística anual média de pessoas que são listadas como desaparecidas.

Acrescente-se a esta estatística o número de desaparecimentos inexplicáveis que sucederam os misteriosos blecautes que engolfaram o planeta (da Argentina ao Oriente), e lembrem-se da declaração de Charles Fort, "acredito que estamos sendo pescados".
O djinn tem um grande prazer em se meter nos assuntos humanos, e são capazes de fazer isto porque são invisíveis aos nossos olhos.

Eles tem a habilidade de aparecerem em nosso mundo sob o disfarce que escolherem e tem grande prazer em abduzir humanos.

Finalmente, voltamos aos OVNI's como causa de desaparecimentos.

Em um caso perturbador, ocorrido em Cajamarca, Peru (não foi dado a data), uma mulher chamada Isabel Tuct foi raptada em um piscar de olhos por um brilhante OVNI que repentinamente desceu enquanto ela estendia a roupa lavada para secar.

Vários vizinhos testemunharam o evento e o caso permanece não resolvido.

O testemunho dos funcionários de Zimbabuê que desapareceram em Mt. Inyangani permanece o único meio de responder a segunda pergunta: o que acontece com aqueles que desaparecem sob estas circunstâncias.

Conquanto eles não tenham sentido nem fome e nem tão pouco cansaço naquele intervalo de tempo que permaneceram desaparecidos, é altamente improvável que isto permanecesse de forma indefinida.

Uma nota mais importante: é interessante saber que os esqueletos das vítimas de Mt. Glastenbury em Vermont costumam aparecer muitos e muitos anos mais tarde. Será que eles agem para expelir o corpo físico de volta para a nossa realidade?

Talvez cair em uma dobra de espaço/tempo/realidade tenha consequências devastadoras para a vítima, perturbando seus sentidos e causando danos irreparáveis.

Charles Fort menciona o súbito aparecimento de "homens selvagens" aparentemente amnésicos na Inglaterra durante o inverno de 1904-1905.

Eles estavam nus e falavam uma linguagem desconhecida entre os especialistas disponíveis da polícia.

Poderiam eles terem sido vítimas de desaparecimentos misteriosos e terem reaparecido em outro lugar e época, sendo que suas mentes possam ter sido arruinadas pela passagem não natural?